domingo, 9 de setembro de 2012

O NOSSO CHÃO


Praia da Figueira
                Se ficou difícil encontrar um caiçara para prosear no jundu e conviver nas coisas básicas a culpa não é minha.

                Tem um sistema que parece não ter mais volta. Imagino ser como os tais buracos negros (do céu, lógico!), onde, pelos que dizem os astrofísicos, tudo vai sendo sugado, tal como uma tromba d’água sobre o oceano. Depois, em algum lugar, as coisas vão aparecer, trarão consequências semelhantes  à chuva de peixe que uma dessas trombas jogou no Sertão do Ubatumirim há muitas décadas.

                O que eu faço com muito prazer é conduzir os amigos aos lugares da minha terra, destacando os detalhes que permitam imaginar o meu povo e os seus hábitos em outros tempos, sobretudo as características da ocupação do território e a convivência  no cotidiano.

                A atividade de ontem, num dia de feriado prolongado, foi para apresentar aos amigos (João, Jorge e filhos) - e também ao meu filho! - a extremidade sul do município, desde as Galhetas até a Praia da Lagoa, fazer alguns comentários dos lugares e das pessoas que por último moravam na área, com as quais convivi,  principalmente o Aristeu e a Odócia.

                Os pontos destacados: Ruínas das Galhetas, Praia da Figueira, Caminho de Servidão, Praia da Ponta Aguda e a minha convivência, Praia Mansa dos Ranchos, a A.S.E.L como sustentação aos pobres caiçaras, a Mata Atlântica conservada no caminho da Lagoa, o que foi a Fazenda da Lagoa, os detalhes de um jundu muito especial e... a Formosa Lagoa.

                Valeu o dia e a nossa convivência!

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