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| Shiva, a gatinha - Arquivo JRS |
Há uma consciência muito maior do que a de cada um. Nela estamos nós e tudo que existe. Creio que é está que denominam de consciência cósmica, que é a mesma nossa. Sem dúvida alguma que a imensidão do espaço afeta a todos, mas também é atingida por mim, pela minha percepção.
Tudo o que vemos, ouvimos falar, sentimos, nos apegamos etc., nos modificam. Energias chegam até nós, mas também partem de nós. Tomarei o seguinte exemplo: ao escrever uma crônica, em torno de determinado tema que mexeu comigo, na verdade estou demonstrando que ele segue me modificando. Um caso: dias atrás repassei para muita gente uma face marcante de uma determinada fase histórica do Brasil, vivida por mim na pequena escola mista do Perequê-mirim, em Ubatuba, um lugar desconhecido por muitos leitores do blog. No entanto, já disse que se trata de uma praia onde vivi grande parte da infância. Muita gente sabe o que é uma praia. Por outro lado, a minha experiência estabeleceu explicitamente uma conexão, pois a Mirtes (Harumi) foi afetada. E me afetou com seu texto e a contagiante alegria da irmandade em uma fotografia. Então aconteceu algo maior: parte dessa ampla consciência se faz presente por uma terceira pessoa. E, por intermédio da estimada filha do Sr. Honda e da Dona Hamako, eis a sequência:
Não consegui logar para comentar, mas adorei tua história! Também morei em Taubaté, quando criança. Estudei no colégio Olegário de Barros e tive a mesma impressão do prédio, dos corredores, das portas e janelas enormes. E de uma professora que era assim, tirana...
Que lindeza de relato! A foto está maravilhosa! Ninguém respondeu o que era República durante a ditadura e ainda te colocou de castigo.
Fechando, por enquanto, o assunto, uma atitude decorrente dessas interações diversas:
Passei para frente, para os formadores de professores.
Em tempo: a fotografia das três crianças é mesmo demais! Sem dúvida que seus sorrisos estão em Renópolis, na Mantiqueira, deslumbradas com um mundo sendo de todos.

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