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| Canoa caiçara - Arte do mano Guinho |
Sempre eu estou lendo os comentários de leitores do blog. É grande a satisfação em recebê-los. É muito bom porque sei que são verdadeiros e trazem contribuições valiosas, me edificam. Agora mesmo estou debruçado sobre um relativo à embarcação "Emiliana". (A postagem, a crônica feita há pouco tempo tem este título. Pode buscar aí). Atenção ao que escreveu o leitor Steve Duarte:
Olá, tanto o vapor Emiliana quanto o Duarte I e, posteriormente, o Pirahy, pertenceram às casas comerciais do meu tretavô, o português Antônio José Duarte de Souza. Ele também já foi proprietário do vapor Trovador. Tenho inclusive a escritura de compra desse vapor, que foi vendido ao meu tretavô em 18 de maio de 1864 na cidade do Rio de Janeiro pelo Barão de Mauá, o antigo proprietário. Possuo também diversos recortes de jornal sobre os navios que ele possuia e as atividades da firma no comércio de cabotagem de Ubatuba. Posso te enviar caso tenha interesse. Tenho inclusive uma suposição quanto à possível origem do nome da embarcação Emiliana.

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